<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6762324</id><updated>2009-02-21T08:29:06.108-03:00</updated><title type='text'>come and see...</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://lubio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default?orderby=updated'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lubio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>luciana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09647373244556790651</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6762324.post-110927389826731918</id><published>2005-02-24T16:30:00.000-03:00</published><updated>2005-02-24T16:38:18.270-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Tudo caminhando certinho,, pelo menos por enquanto. E pelo o que estou sentindo, esse ano vai voar e qdo viu já foi,, já será dezembro de novo.&lt;br /&gt;    Estou postando uma gravação de Lenine. Comecei a ouví-lo faz pouco tempo e já está entre os 10 da minha lista. É muito bom. Quem não conhece vale a pena ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Todos os Caminhos (Lenine)&lt;br /&gt;    Composição: Desconhecido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Eu já me perguntei se o tempo poderá realizar meus sonhos e desejos.&lt;br /&gt; Será que eu já não sei por onde procurar ou todos os caminhos dão no mesmo?&lt;br /&gt; E o certo é que eu não sei o que virá, só posso te pedir que nunca se leve tão a sério. Nunca se deixe levar, que a vida é parte do mistério, é tanta coisa pra se desvendar...&lt;br /&gt;  Por tudo que eu andei e o tanto que faltar, não dá pra se prever nem o futuro. O escuro que se vê , quem sabe, pode iluminar os corações perdidos sobre o muro.&lt;br /&gt;  E o certo é que eu não sei o que virá, só posso te pedir que nunca se leve tão a serio, nunca se deixe levar , que a vida, a nossa vida, passa, e não há tempo pra desperdiçar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6762324-110927389826731918?l=lubio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110927389826731918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110927389826731918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lubio.blogspot.com/2005_02_01_archive.html#110927389826731918' title=''/><author><name>luciana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09647373244556790651</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00310102878796408628'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6762324.post-110872770099314612</id><published>2005-02-18T09:50:00.000-02:00</published><updated>2005-02-18T09:55:00.996-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só aconteceuma vez, geralmente antes dos 30 anos.&lt;br /&gt;     Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.      &lt;br /&gt;     Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.&lt;br /&gt;    Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.    &lt;br /&gt;     Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.        &lt;br /&gt;    Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.      &lt;br /&gt;    Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não sãoconfiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.          &lt;br /&gt;    Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados  marginalidade.Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.    &lt;br /&gt;    Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     (John Lennon)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6762324-110872770099314612?l=lubio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110872770099314612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110872770099314612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lubio.blogspot.com/2005_02_01_archive.html#110872770099314612' title=''/><author><name>luciana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09647373244556790651</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00310102878796408628'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6762324.post-110665758667398725</id><published>2005-01-25T09:48:00.000-02:00</published><updated>2005-01-25T10:53:06.676-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'> Risco&lt;br /&gt;(Goethe)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do que adianta você ter esta alma colada aos ossos dessa carne errada?&lt;br /&gt;Sem o risco, a vida não vale a pena.&lt;br /&gt;Se você não quiser arriscar, não comece.&lt;br /&gt;Isso quer dizer: se você arriscar, perder namorada, esposa, filhos, emprego, a cabeça, e até a alma.&lt;br /&gt;Mas, é sempre melhor isso do que olhar pra todas essas outras pessoas que nunca acertam porque nunca se propõe ao risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o(a) autor(a):Johann Wolfgang von Goethe (1749 - 1832), nasceu em Frankfurt. Grande poeta e pensador alemão. Sua vasta obra abrange peças dramáticas, romances, contos, poesias líricas, cartas e descrições de viagem. Obras como: Fausto, Afinidades Eletivas e Ifigênia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6762324-110665758667398725?l=lubio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110665758667398725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110665758667398725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lubio.blogspot.com/2005_01_01_archive.html#110665758667398725' title=''/><author><name>luciana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09647373244556790651</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00310102878796408628'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6762324.post-110173377906065697</id><published>2004-11-29T10:55:00.000-02:00</published><updated>2004-11-29T11:09:39.060-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'> Fim de semana foi bom, na medida do possível. Dormi bastante, descansei.&lt;br /&gt; Não vejo a hora de chegar Natal e Ano Novo. Podem falar o que for,, que natal é comercial, que é tudo uma hipocrisia e tal,,mas eu gosto do clima de festas de fim de ano,, eu fico mais feliz. E acho que todo mundo no fundo no fundo gosta,,são só um bando de revolucionários sem causa.&lt;br /&gt; Afinal de contas no Natal eu encontro uma parte da família que vejo poucas vezes ao ano, e , mesmo se existe algum mal estar entre membros dessa parte da família, no Natal tudo é felicidade e perdão e gratidão e tudo de bom. Ano Novo a mesma coisa, eu encontro uma outra parte da minha família,, me divirto muito,, dou muita risada e saio de lá com vontade de voltar o mais rápido possível. Resumindo: eu gosto do fim do ano e estou ansiosa pra chegar logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vou deixá-los com mais um de Carlos Drummond de Andrade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;      Os Ombros Suportam o Mundo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Tempo de absoluta depuração.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Tempo em que não se diz mais: meu amor.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Porque o amor resultou inútil.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E os olhos não choram.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; E as mãos tecem apenas o rude trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E o coração está seco.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Ficaste sozinho, a luz apagou-se,mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;És todo certeza, já não sabes sofrer.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E nada esperas de teus amigos.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Teu ombros suportam o mundo e ele não pesa mais que a mão de uma criança. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios provam apenas que a vida prossegue&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; e nem todos se libertaram ainda.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Alguns, achando bárbaro o espetáculo,&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;prefeririam (os delicados) morrer.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Chegou um tempo em que não adianta morrer.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A vida apenas, sem mistificação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6762324-110173377906065697?l=lubio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110173377906065697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110173377906065697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lubio.blogspot.com/2004_11_01_archive.html#110173377906065697' title=''/><author><name>luciana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09647373244556790651</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00310102878796408628'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6762324.post-110112621843142855</id><published>2004-11-22T09:58:00.000-02:00</published><updated>2004-11-22T10:23:38.430-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;                   Oi  leitores,,aí vai Carlos Drummond de Andrade.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;                                         &lt;strong&gt;A de sempre&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;                                                                                            Carlos Drummond de Andrade&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; ? Até beber cerveja ficou difícil ? queixa-se. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? O preço?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Não. A variedade. O embaras du choix.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Mas se você já estava acostumado com uma...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? E as novas que aparecem? Em cada Estado surge uma fábrica, se não surgem duas. Cada qual oferecendo diversas qualidades. Você senta no bar de sua eleição, um velho bar onde até as cadeiras conhecem o seu corpo, a sua maneira de sentar e de beber. Pede uma cervejinha, simplesmente. Não precisa dizer o nome. Aquela que há anos o garçom lhe traz sem necessidade de perguntar, pois há anos você optou por uma das duas marcas tradicionais, e daí não sai. Bem, você pede a cervejinha inominada, e o garçom não se mexe. Fica olhando pra sua cara, à espera de definição. Você olha para cara dele, como quem diz: Quê que há, rapaz? Então ele emite um som: Qual? Você pensa que não ouviu direito, franze a testa, num esforço de captação: qual o quê? Qual a marca, doutor? Temos essa, aquela, aquela outra, mais outra, e outra, e outras mais. . Desfia o rosário, e você de boca aberta: Como? Ele está pensando que eu vou beber elas todas? Acha que sou principiante em busca de aventura? Quer me gozar? Nada disso. O garçom explica, meio encabulado, que a casa dispõe de 12 marcas de cerveja nacional, fora as estrangeiras, sofisticadas, e ele tem ordem de cantar os nomes pra freguesia. Até pra mim, Leovigil? pergunto. Bem, o patrão disse que eu tenho de oferecer as marcas pra todo mundo, as novas cervejas têm de ser promovidas. Não mandou abrir exceção pra ninguém, eu é que, em atenção ao doutor, fiquei calado, esperando a dica... Não quis forçar a barra, desculpe.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? E aí?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Aí eu disse que não havia o que desculpar, ordens são ordens e eu não sou de infringir regulamentos. Os regulamentos é que infringem a minha paz, freqüentemente. Mas para não dar o braço a torcer, nem me declarar vencido pela competição das cervejas, concluí: Leovigil, traga a de sempre.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Não quis dizer o nome?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Não. Minha marca de cerveja ? "minha garrafa", digamos assim, pois a individualidade começa pela garrafa ? passou a chamar-se "a de sempre". Não gosto de mudar as estruturas sem justa causa, nem me interessa dançar de provador de cerveja, entende?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Mas que custa experimentar, homem de Deus?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Só por experimentar, acho frívolo. Os moços, sim, não encontraram ainda sua definição, em matéria de cerveja e de entendimento do mundo. Saltam de uma para outra fruição, tomam pileques de ideologias coloridas, do vermelho ao negro, passando pelo róseo, pelo alaranjado e pelo furta-cor. Mas depois de certa idade, e de certa experiência de bebedor, você já sabe o que quer, ou antes, o que não quer. Principalmente o que não quer. E é isso que os outros querem que você queira. Tá compreendendo?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Mais ou menos.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Na verdade, não há muitas espécies de cerveja, no mundo das idéias. Mas os rótulos perturbam. Uns aparecem com mulher nua, insinuando que o gosto é mais capitoso. Bem, até agora não vi rótulo de cerveja mostrando mulher com tudo de fora, mas deve haver. Mulher se oferecendo está em tudo que é produto industrial, por que não estaria nos sistemas de organização social, como bonificação?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Você está divagando.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Estou. Divagar é uma forma de transformar pensamentos em nuvem ou em fumaça de cigarro, fazendo com que eles circulem por aí.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? Ou se percam.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;? E se percam. Exatamente. 0 importante não é beber cerveja, é ter a ilusão de que nossa cerveja é a única que presta. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;    Sujeito mais conservador! Ou sábio, quem sabe?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6762324-110112621843142855?l=lubio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110112621843142855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6762324/posts/default/110112621843142855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lubio.blogspot.com/2004_11_01_archive.html#110112621843142855' title=''/><author><name>luciana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09647373244556790651</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00310102878796408628'/></author></entry></feed>